| "O Esperanto não é uma língua morta como o hebraico e o latim?" | ||
Como pode estar morto se nele se produzem diariamente correspondência, viagens, intercâmbios, literatura original e traduzida, música, negócios, encontros (e casamentos...)? Também não deve ser considerada "artificial", pois esse é um termo incorreto na classificação de uma língua. O Esperanto é planejado e estruturado para a função que tem. O latim teve seu papel histórico e é importante para o estudo etimológico. No Vaticano os documentos são traduzidos para o latim, mas na abertura da última reunião de Cardeais em 2001, o Papa falou em italiano. É pena, pois pelo menos o latim tinha a vantagem de ser supra-nacional. Por não ter a flexibilidade e a clareza necessárias a uma língua internacional teve sua função cada vez mais limitada. (ah, e quanto ao hebraico: ela é uma língua viva - é a língua oficial e de fato em Israel!). |
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