"Se tivessemos condições de
avaliar o sofrimento e trauma que vive o feto ,
com toda certeza não ficariamos de braços cruzados"
SUCÇÃO: O
colo do útero é amplamente dilatado. Um tubo especial é inserido no mesmo. Uma violenta
aspiração, 29 vezes mais poderosa que a de um aspirador de pó comum, suga o bebe para
dentro de um recipiente, desconjuntando-lhe os braços e as pernas, e transformando-o num
purê sanguinolento. Este é o método mais comumente empregado nas clinicas de aborto.
DILATAÇÃO E CURETAGEM (DRC): Um objeto
afiado, de forma semelhante a uma colher, corta a placenta e retalha o corpo do bebe, o
qual é então succionado através do colo. Para evitar infecção, os pedaços do
nascituro são remontados fora, após a extração, peça por peça, pelas enfermeiras,
para assegurar-se de que nenhuma de suas partes ficou no útero materno.
PÍLULA RU-486 : É um poderoso esteroide
sintético usado para induzir o aborto em mulheres com cinco a sete semanas de gravidez. 0
próprio presidente do laboratório que o produz, Edouard Saking, declarou:
"0 RU-486 não é de modo algum de fácil uso. Uma mulher que queira interromper sua
gravidez deve 'viver' com seu aborto pelo menos uma semana usando essa técnica. É uma
terrível experiência psicológica." Guardian Weekly, 19-8-90, apud Miriam Cain,
Fight for Life, Cape Town, African Christian Action, 1995, p. 5.
DILATAÇÃO
E EVACUAÇÃO (D&E) : Neste processo, o colo do útero é
amplamente dilatado, uma vez que a vitima a ser removida, de 13 a 24 semanas, é
evidentemente maior. Como os ossos da criança já estão calcificados, torna-se
necessário utilizar pinças especiais para desconjunta-los. A criança tem seus braços e
as pernas desmembrados, e em seguida sua espinha dorsal. Por ultimo, antes de ser
succionado, o crânio da criança é esmagado.
INJEÇÃO DE SOLUÇÃO SALINA FORTEMENTE HIPERTONICA :
Uma seringa de quatro polegadas perfura a parede abdominal da mulher e o saco
amniotico, sendo extraídos sessenta ml do liquido amniotico. Em seu lugar, injeta-se 200
ml de solução salina fortemente hipertonica. Acostumado a se alimentar do liquido
amniotico no qual esta imerso, o bebe ingere a solução salina, a qual vai lhe queimando
a pele, a garganta e os órgãos internos. Ele tenta em vão lutar pela vida, debatendo-se
desesperadamente de um lado para outro dentro do útero, em terríveis contorções. Sua
agonia pode durar horas, sendo então expelido do claustro materno. Vê-se então uma
criança toda cauterizada, com o corpo vermelho pelas queimaduras produzidas.
ABORTO
POR PROSTAGLANDINAS : Prostaglandinas são substancias que provocam
contrações próprias ao parto. Elas são injetadas no liquido amniotico ou ministradas
sob a forma de supositório. Em conseqüência das contrações uterinas, a mãe expele a
criança, já morta, ou insuficientemente desenvolvida para sobreviver fora do útero
materno.
HISTEROTOMIA : Como na operação
cesariana, o abdômen e o útero são abertos cirurgicamente. Só que na histerotomia, ao
contrario da cesariana comum, o intuito não é salvar a criança, mas elimina-la. Alguns
médicos usam a própria placenta para asfixiar o bebe.